Servir e colaborar! Usando a felicidade como ativo de Branding

Criar uma marca de sucesso internacional pode ser tudo menos fácil, não é mesmo?

São muitas mudanças imprevisíveis de mercado que exigem não só atenção de seus gestores mas também muita perspicácia para tomar atitudes rápidas e precisas na hora de criar fortes ligações com as pessoas.

É verdade que poucas marcas conseguem lidar com maestria perante este cenário tão caótico às vezes e ainda ganhar um espaço especial na mente e coração das pessoas.

Servindo um café de cada vez a Starbucks caminhou na contra mão dos investimentos de grandes empresas do mercado investindo em ativos, até então invisíveis, a felicidade de seus colaboradores.

Em seu livro Pour Your Heart Into It Howard Schutz destaca os reais benefícios deste poderoso ativo e como fazer disto um real compromisso ajudou a marca não só a ganhar padrões de qualidade internacionais, mas também a cortar custos e treinar verdadeiros “advogados da marca”. Como o próprio Howard Schutz diz, quando tratadas como família as pessoas tendem a ser leais e dar o máximo de si. Por isso toda a família Starbucks recebe grandes pacotes de benefícios e até mesmo para os colaboradores de meio período são oferecidas opções em ações da empresa, ou como eles carinhosamente gostam de chamar, Beans Stocks. Fazendo deles mais do que simples funcionários, e sim verdadeiros parceiros.

Não parando por ai o Starbuck foi mais profundo na relação e criou uma espécie de fórum aberto onde qualquer colaborador, de qualquer fase da hierarquia pode postar um feedback, visando melhorias futuras. Afinal, ninguém melhor do que aqueles que estão todos os dias, servindo e atendendo para extrair os melhores insights.

E como resultado de todo esses processos e idéias a Starbucks conseguiu construir um incrível laço de confiança com todos os seus colaboradores. Um laço tão forte que no ano de 1992 todos recusaram uma oferta do governo para serem representados (uma espécie de sindicato) utilizando o certo dizer “Vocês confiaram em nós, agora é nossa vez de confiar em vocês”.

Em uma empresa crescente, você não pode perder tempo brincando de pega-pega

Howard Shutz

Tudo isso fica mais evidente quando vemos os dados de rotatividade dos colaboradores da marca. Enquanto a taxa do mercado fica em torno de 400%, a Starbucks mantém sua rotatividade perto dos 65%, uma das menores do mercado.

Sendo assim temos tempo de treinamento e custos de contratação reduzidos simplesmente por focar naquilo que constrói negócios duradouros de verdade: pessoas. E vamos ser sinceros, pessoas sorrindo e servindo café causam uma excelente impressão. Não é a toa que as pessoas continuam voltando e voltando. Ainda mais com um toque de personalidade em cada copo.

Via Linked In: https://www.linkedin.com/pulse/servir-e-colaborar-usando-felicidade-como-ativo-de-mitsuru-nisieimon

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